É tempo de Xango



Xangô o tempo da justiça está nas divisas do interior no homem, e dela sabemos e podemos ver surgir à força motriz para a cristalização, mas, quando estes homens da política e da lei insistem em viver fora dos horizontes do amor incondicional, ele tropeça e se tranca na falange de seu exemplo infernal e então se descompõe por inteiro sem chegar ao meio e tão pouco nas partes de Obaluaê.


O Tempo vai mostrando que o cimo que achou percorrer era uma estrada vazia, sozinha e da solidão na lança enfiada no Jorge Dragão e o fogo da voz que enganava e movimentava o instinto da riqueza e poder na pseuda vida sem visão.


A Justiça da balança pesará no prato da ilusão e terão que voltar fazendo tudo de novo, para então aprender a lição.

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