O Diabo Tem Nome: O Homem



Criaram o inferno, chifres, rabos e demônios. Criaram o fogo na ponta do sul na dor da Terra do meio. Sanquitaram o padê, queimaram as bruxas, crucificaram o mau humano: Jesus.


A Terra do bem continua aqui, a guerrilha do hoje é a mentira do ontem, o poder do prazer de destruir é maior do que o de amar. Ninguém está salvando ninguém e tão pouco a si mesmo. Aumenta suicido, violência, drogas e depredação.


O homem segue a deriva de seu instinto de vantagens no colo do escárnio encarnado tornou-se ferramenta de usurpação e o Brasil a banda dos diabos criados para dominar o homem de ontem julgado pela pretexta romana, pois os de hoje na nação são as togas no endosso da proteção da corrupção.


A fogueira do caixote aliena, a mídia da verdade usa a linguagem como distorção e inversão da mesma. Corpo, copos e cerveja. Vaidade, belezas e impurezas. Sensualidade, fama e soberbas. Retratos imaginários da evolução dos verdadeiros diabos em legados da encarnação.


O inferno é igual a Terra, lá é nossa extensão. Respira-se as toxinas acidas dos valores excludentes, julgadores e amigos de relação falsa. Um cavalo que mostra os dentes e nas costas se torna poeta desfabulador no anedotário infeliz.


A igreja da cruz invertida da espada que mata, Maomé das bombas em cachos virgens de uvas verdes, o cético dos prazeres da carne, a bíblia da verdade na insanidade de tantas interpretações desvão sem amor e demoniza a cultura afro como a pagã dos diabos e muitos nestes também adoram reproduzir bebedeiras de pelintras malandros a salvar os moribundos e sem exemplo mediúnico na vida, não abrem as mãos dos prazeres. Somos todos diabos da posse e paixão.


E nesse contexto exceptivo muitos outros são exceptivos. Exceptivos e exceptivos como lição. Espíritos do bem tentando salvar aquém no transfretano do além.


Não, nada contra religião. Sou nascido nela no caminho da criação. Amo muito a correta religião e só desejo uma bandeira: a da PAZ no rosa do AMOR tremulando no texto poético à ÉTICA e nesse tom decepcionado na frija e sob o berço patriótico do adiaforismo, me orgulho de não ser hipócrita, metido a besta e partidário da desconstrução de ver o ego maior que a unidade de amar o próximo em sua nação.


A ignorância ignípede é um herói de guerrilha artística que em nome da cultura salva seu palco e escravizando a plateia que ainda aplaude. Artistas e diabos distribuindo alforrias a oprimidos ou manumissão de direitos Rouanets. Já somos livres por Deus "Caras Pálidas", não precisamos de libertação.


Atores de guerrilhas que defendem o morro sentados nos aeroportos da riqueza é fácil de achar na luta por seus interesses em nossos nomes. A exclusão muitas vezes começa na reivindicação de seu pedaço ou na radicalização daquilo que você considera ser o feliz para mim, afinal, não quero seu inferno, mas sou seu irmão. Respeite. Diabo com diabo se não podem dar os rabos, dão as mãos.


Bem vindo a ideologia da inteligência burra dos diabos secretariado da educação de uma nação que no discurso da inclusão, fortalece a exclusão criando a liberta alienação. Somos a sociedade dos proletariados do ferrão a procura de reis ou rainhas sem caixote. Ideologias no exemplo panteão, politica da podridão, nação da vantagem em obcecação.


Quer saber? Devo estar errado nesta reflexão. Mas desculpe, quem foi mesmo que achou minha carteira que deixei cair dentro de um hospital e a devolveu furtando o dinheiro que dentro dela havia? A sim, certamente a maioria quer mais é se dar melhor.


O desonesto parece ser sempre o outro quando somos a vitima e quando somos a inversão dos valores que justificam nossas práticas. O se dar bem e ganhar vantagem parece ser a conduta de exemplo que mais se destaca nessa nação.


Triste alienação dos errados certos nos certos errados em moral de propagação.



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